segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

AH!TERNA INFÂNCIA.

Quando eu era criança, meu brinquedo predileto era, nos campos, correr atrás de borboletas. Gostava, tembém, de olhar lá da serra o azul do horizonte.Oh!Quanta emoção sentia ao respirar aquele ar puro com doce perfume das flores silvestres!O sopro do vento na copa das árvores soavam notas de um canto de amor. Abelhas zumbindo, buscando o néctar das flores novinhas, entoavam melodias cheias de graça e ternura. Sentia-me feliz como eram os pássaros que,em bandos, sobrevoavam aquelas parágens no idílio divino da geração livre. Divertía-me o eco nas rochas dos meus gritos repetidos. Ah!...querida infância! Tudo era tão simples como a flor se abrindo, tão terno e natural como a voz dos pássaros ou o sopro dos ventos e eu era feliz e tão natural que me confundia com a natureza.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

OS PINGOS LÁ DO SERTÃO

Aqueles pinguinhos dàgua
que caem lá no sertão
são bem diferentes, são!
Daqueles pingos sonhados
daqueles pingos chorados
explodem rios de emoção
não se perdem na sargeta
não trazem desolação
já têm destino traçado
são pingos abençoados
que molham faces carentes
da terra, daquela gente
de olhos voltados pros céus
são a luz verde da vida
riqueza, amor, guarida
são ternos brindes de Deus