Pra quem nasceu na fazenda
ah!Não há coisa melhor
do que dançar o forró
nas noites de São João
e brincar com as meninas,
mulatas lindas, brejeiras,
pulando alegre a fogueira
na frente do Casarão
vendo a neblina na serra
a chuva molhando a terra
semente crescer no chão
domingo, 31 de janeiro de 2010
GAROTA DOÇURA
Garota doçura
ó quanta ternura
nesse teu olhar
eu morro de amores
vendo esse teu jeito
teus traços perfeitos
teu modo de andar
À noite na praça
contemplo as estrelas
procuro a mais bela
pra te comparar
mas mesmo entre elas
ainda a mais bela
Não pode te imitar
Os dias eu passo
seguindo teus passos
pra vê-la passar
garota querida
darei minha vida
pra tê-la nos braços
eu quero te amar
ó quanta ternura
nesse teu olhar
eu morro de amores
vendo esse teu jeito
teus traços perfeitos
teu modo de andar
À noite na praça
contemplo as estrelas
procuro a mais bela
pra te comparar
mas mesmo entre elas
ainda a mais bela
Não pode te imitar
Os dias eu passo
seguindo teus passos
pra vê-la passar
garota querida
darei minha vida
pra tê-la nos braços
eu quero te amar
O BEIJO
A vida nos diz
que o beijo na face
pode ser disfarce
perdão ou amor
O beijo disfarce
picado na face
eivado de mal
quem sofre adoece
de tédio falece
veneno mortal
O beijo perdão
tem forma de prece
é dando que cresce
e eleva o espírito
à altura do céu
Mas o beijo de amor
é tão diferente
quem sabe bem sente
não há coisa igual
é doce e perfeito
nos queima no peito
sacode com a gente
é seiva vital
que o beijo na face
pode ser disfarce
perdão ou amor
O beijo disfarce
picado na face
eivado de mal
quem sofre adoece
de tédio falece
veneno mortal
O beijo perdão
tem forma de prece
é dando que cresce
e eleva o espírito
à altura do céu
Mas o beijo de amor
é tão diferente
quem sabe bem sente
não há coisa igual
é doce e perfeito
nos queima no peito
sacode com a gente
é seiva vital
APOLOGIA Á LIBERDADE
Eu não quero ser como o canarinho
que cativo canta com a luz do dia
entre as rudes grades de masmorra sórdida
por banal desejo ou brutal mania
Eu quero ser livre como o beija-flor
que tão livre voa com o arrebol
a beijar as flores lindas e perfumadas
que se abriram cedo pela madrugada
momentos antes do nascer do sol
Eu quero ser livre como a ventania
que balança o milho no plantio de inverno
a beijar a face e os cabelos soltos
da matuta bela de olhares ternos
Eu quero ser livre pra cantar meus versos
dizer neles tudo o que sinto e penso
quero a liberdade presa em minhas mãos
pra que eu a semeie no universo imenso.
que cativo canta com a luz do dia
entre as rudes grades de masmorra sórdida
por banal desejo ou brutal mania
Eu quero ser livre como o beija-flor
que tão livre voa com o arrebol
a beijar as flores lindas e perfumadas
que se abriram cedo pela madrugada
momentos antes do nascer do sol
Eu quero ser livre como a ventania
que balança o milho no plantio de inverno
a beijar a face e os cabelos soltos
da matuta bela de olhares ternos
Eu quero ser livre pra cantar meus versos
dizer neles tudo o que sinto e penso
quero a liberdade presa em minhas mãos
pra que eu a semeie no universo imenso.
NEM SEMPRE
Nem sempre a flor
que cai murcha no chão
nos diz que é verão
que a vida findou
a vida prossegue
no fruto do galho
na gota de orvalho
no sol da manhã
que cai murcha no chão
nos diz que é verão
que a vida findou
a vida prossegue
no fruto do galho
na gota de orvalho
no sol da manhã
O TEMPO E A VIDA
O tempo não diz
prá quem vive feliz
que a vida passou
mas ele é fatal
se oprime e reprime
e não fala sublime
de coisas de amor
prá quem vive feliz
que a vida passou
mas ele é fatal
se oprime e reprime
e não fala sublime
de coisas de amor
sábado, 9 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)


