O poeta é um sonhador
Na vida peca em sonhar
Fala em seus versos com Deus
E não aprende a rezar
Sendo ele um pecador
O que fazer pra se salvar?
Certa vez falou um amigo meu
Que pra entrar no céu
Não precisa saber rezar
Só precisa ter boa alma
Fé em Deus e piedoso olhar
sábado, 16 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
POEMA PRA MALU
Doze de setembro, seu aniversário
Neste dia quero dar-lhe alegria
E tudo que desejar
Quero estar ao seu lado
Abraça-la bem apertado
Ter seu corpo inteirinho
Na palma da minha mão
E na ternura deste embalo
Eu quero afagá-lo
Sobre meu coração
Esmeraldo C. Feitosa
Neste dia quero dar-lhe alegria
E tudo que desejar
Quero estar ao seu lado
Abraça-la bem apertado
Ter seu corpo inteirinho
Na palma da minha mão
E na ternura deste embalo
Eu quero afagá-lo
Sobre meu coração
Esmeraldo C. Feitosa
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
AH!TERNA INFÂNCIA.
Quando eu era criança, meu brinquedo predileto era, nos campos, correr atrás de borboletas. Gostava, tembém, de olhar lá da serra o azul do horizonte.Oh!Quanta emoção sentia ao respirar aquele ar puro com doce perfume das flores silvestres!O sopro do vento na copa das árvores soavam notas de um canto de amor. Abelhas zumbindo, buscando o néctar das flores novinhas, entoavam melodias cheias de graça e ternura. Sentia-me feliz como eram os pássaros que,em bandos, sobrevoavam aquelas parágens no idílio divino da geração livre. Divertía-me o eco nas rochas dos meus gritos repetidos. Ah!...querida infância! Tudo era tão simples como a flor se abrindo, tão terno e natural como a voz dos pássaros ou o sopro dos ventos e eu era feliz e tão natural que me confundia com a natureza.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
OS PINGOS LÁ DO SERTÃO
Aqueles pinguinhos dàgua
que caem lá no sertão
são bem diferentes, são!
Daqueles pingos sonhados
daqueles pingos chorados
explodem rios de emoção
não se perdem na sargeta
não trazem desolação
já têm destino traçado
são pingos abençoados
que molham faces carentes
da terra, daquela gente
de olhos voltados pros céus
são a luz verde da vida
riqueza, amor, guarida
são ternos brindes de Deus
que caem lá no sertão
são bem diferentes, são!
Daqueles pingos sonhados
daqueles pingos chorados
explodem rios de emoção
não se perdem na sargeta
não trazem desolação
já têm destino traçado
são pingos abençoados
que molham faces carentes
da terra, daquela gente
de olhos voltados pros céus
são a luz verde da vida
riqueza, amor, guarida
são ternos brindes de Deus
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
SÃO JOÃO NA ROÇA
Pra quem nasceu na fazenda
ah!Não há coisa melhor
do que dançar o forró
nas noites de São João
e brincar com as meninas,
mulatas lindas, brejeiras,
pulando alegre a fogueira
na frente do Casarão
vendo a neblina na serra
a chuva molhando a terra
semente crescer no chão
ah!Não há coisa melhor
do que dançar o forró
nas noites de São João
e brincar com as meninas,
mulatas lindas, brejeiras,
pulando alegre a fogueira
na frente do Casarão
vendo a neblina na serra
a chuva molhando a terra
semente crescer no chão
GAROTA DOÇURA
Garota doçura
ó quanta ternura
nesse teu olhar
eu morro de amores
vendo esse teu jeito
teus traços perfeitos
teu modo de andar
À noite na praça
contemplo as estrelas
procuro a mais bela
pra te comparar
mas mesmo entre elas
ainda a mais bela
Não pode te imitar
Os dias eu passo
seguindo teus passos
pra vê-la passar
garota querida
darei minha vida
pra tê-la nos braços
eu quero te amar
ó quanta ternura
nesse teu olhar
eu morro de amores
vendo esse teu jeito
teus traços perfeitos
teu modo de andar
À noite na praça
contemplo as estrelas
procuro a mais bela
pra te comparar
mas mesmo entre elas
ainda a mais bela
Não pode te imitar
Os dias eu passo
seguindo teus passos
pra vê-la passar
garota querida
darei minha vida
pra tê-la nos braços
eu quero te amar
O BEIJO
A vida nos diz
que o beijo na face
pode ser disfarce
perdão ou amor
O beijo disfarce
picado na face
eivado de mal
quem sofre adoece
de tédio falece
veneno mortal
O beijo perdão
tem forma de prece
é dando que cresce
e eleva o espírito
à altura do céu
Mas o beijo de amor
é tão diferente
quem sabe bem sente
não há coisa igual
é doce e perfeito
nos queima no peito
sacode com a gente
é seiva vital
que o beijo na face
pode ser disfarce
perdão ou amor
O beijo disfarce
picado na face
eivado de mal
quem sofre adoece
de tédio falece
veneno mortal
O beijo perdão
tem forma de prece
é dando que cresce
e eleva o espírito
à altura do céu
Mas o beijo de amor
é tão diferente
quem sabe bem sente
não há coisa igual
é doce e perfeito
nos queima no peito
sacode com a gente
é seiva vital
APOLOGIA Á LIBERDADE
Eu não quero ser como o canarinho
que cativo canta com a luz do dia
entre as rudes grades de masmorra sórdida
por banal desejo ou brutal mania
Eu quero ser livre como o beija-flor
que tão livre voa com o arrebol
a beijar as flores lindas e perfumadas
que se abriram cedo pela madrugada
momentos antes do nascer do sol
Eu quero ser livre como a ventania
que balança o milho no plantio de inverno
a beijar a face e os cabelos soltos
da matuta bela de olhares ternos
Eu quero ser livre pra cantar meus versos
dizer neles tudo o que sinto e penso
quero a liberdade presa em minhas mãos
pra que eu a semeie no universo imenso.
que cativo canta com a luz do dia
entre as rudes grades de masmorra sórdida
por banal desejo ou brutal mania
Eu quero ser livre como o beija-flor
que tão livre voa com o arrebol
a beijar as flores lindas e perfumadas
que se abriram cedo pela madrugada
momentos antes do nascer do sol
Eu quero ser livre como a ventania
que balança o milho no plantio de inverno
a beijar a face e os cabelos soltos
da matuta bela de olhares ternos
Eu quero ser livre pra cantar meus versos
dizer neles tudo o que sinto e penso
quero a liberdade presa em minhas mãos
pra que eu a semeie no universo imenso.
NEM SEMPRE
Nem sempre a flor
que cai murcha no chão
nos diz que é verão
que a vida findou
a vida prossegue
no fruto do galho
na gota de orvalho
no sol da manhã
que cai murcha no chão
nos diz que é verão
que a vida findou
a vida prossegue
no fruto do galho
na gota de orvalho
no sol da manhã
O TEMPO E A VIDA
O tempo não diz
prá quem vive feliz
que a vida passou
mas ele é fatal
se oprime e reprime
e não fala sublime
de coisas de amor
prá quem vive feliz
que a vida passou
mas ele é fatal
se oprime e reprime
e não fala sublime
de coisas de amor
sábado, 9 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
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