Sou pobre pescador/ Meu barco é meu lar./ Nas claras madrugadas/ Em que saio pra pescar/ Meu barco, meu amigo,/Me ampara do perigo/ Na luta contra o mar./ À tarde quando volto/ Cansado de remar/Ajoelho-me na areia/ E rezo uma oração/ Pedindo ao Deus do mar/Paz, paz pra se pescar. /Tranquilo no meu lar/ Eu durmo após a ceia/À luz da lua cheia/ Cismando lindas notas/ De vozes de sereias/ Que longe ouvi cantar./Meus sonhos têm histórias/ Façanhas de heróis/ Cardumes coloridos /Fisgados nos anzóis/ Garotas sedutoras/Querendo me abraçar/ Mas tudo é ilusão/ Se abraço elas se vão/ Me acordo e volto ao mar.
Esmeraldo C. Feitosa
sábado, 29 de novembro de 2014
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