A faina rude e escrava
entorpece cruel
a minha sensibilidade
e eu não sinto o apagar
lento das ilusões
enquanto o tempo
como terrivel vendaval
destrói um a um meus
castelos construidos
na via láctea dos meus
sonhos. A vida nua
escancara seus dentes
como loba faminta
e entre apupos e aplausos
eu trilho solitário
a estrada que se encontra
à frente dos meus pés
e não sei aonde vou
nem certo sei se vou
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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