Fui frágil semente que sonhou virente/ Brilhar livre ao sol ao sabor dos ventos./ Ai!Como é difícil para um pobre germe neste mundo hostil, / Armar sua tenda e ter paz das sombra!Arrancou-me as aves... me desfiz nos ventos.../ Enfrentei batalhas, enfrentei tormentas/ E tremi de medo só, nas tempestades... / e galguei montanhas/ Na árdua travessia em busca da luz./ Agora, repousa na solene paz que me traz a idade/ Vendo minha prole Já se preparando/ Para prosseguir nessa caminhada/ Após o calor desta primavera.
- Esmeraldo C. Feitosa -
domingo, 14 de dezembro de 2014
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