Esta carta foi escrita quando o poeta se mostrou ressentido com alguma crítica sobre o seu jornalzinho de relacionamento "ACONTECÊNCIAS".
Caro poeta e amigo
Com orgulho, escreva sem temor
E leve a cultura pra essa gente
Dissemine suas idéias consciente
Cantando sua terra com amor
Poderá não ter por pagamento
O vil metal que corrompe a boa fé
Mas, o sublime ideal de um poeta
É ter no peito um sonho pra cantar
E alegrar com seu canto a multidão
No dedilhar plangente
Das cordas do coração
Não se preocupe, meu caro poeta,
Se inveja e críticas lhe atingirem!
Isso é comum e ocorre em toda parte
Nem todos que nos cercam são capazes
De entender a grandeza de uma arte.
Esmeraldo de C. Feitosa
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
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